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 Bom dia Boa tarde  Boa noite Meus queridos e queridas! Segue o meu primeiro video do canal de analise e gameplay  ------------------------>   https://www.youtube.com/watch?v=DuE3JTCz9-E Da um like e segue pf 💙
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Poesia Caminhos matutinos Vivemos em uma rotina automática, mecânica e industrial Por causa dela não percebemos as pequenas delicadezas da natureza Pequenas cenas sutis A mãe canária alimentando seus filhotes no ninho O doce cheiro da flor na praça da igreja  A colorida borboleta morta no quente asfalto O manco cachorro atravessando a rua  O gato de olhos amarelos te observando do telhado da casa A calma brisa fresca da manhã tocando o rosto Todas essas pequenas coisas pertencem ao ciclo da vida Tudo em um equilíbrio constante de vida e morte E o ser humano? Alguns dele se perderam no tempo e espaço Se perderam em músicas perturbadoras na madrugada Se perderam nas suas preocupações e medos internos  Se perderam... perderam sua bondade... a sua conexão... o seu ciclo Do que vale a dor do coração, se no fim ainda estaremos perdidos? 
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 Poesia Carijó e sua irmã Ah... minha querida amiga pomba cinza Não julgo o teu lamento E nem o teu sofrimento Nessa pequena cidade baixa. Quem terá a pior sina? Onde estará o sol quando nos prenderem em gaiolas escuras? Todas nós sofremos iguais... Eu cai do ninho muito nova Mas meu medo era único... Devorada! Tu já nasceste no asfalto Tu vês pessoas cegas, sem alma, perdidas em escalas e horários de almoço Tu acompanhas sua mãe, que logo a deixara só. Os seus medos são vários! Não tem onça, nem cachorro do mato, nem gato. Mas tem carro, tem rodas e tem esquecimento. São olhos que passam... cegos! São fortes luzes no calar da noite, que não lhe deixam dormir. Eu vi minha querida... eu vi. Mães que sofreram no parto Mães que rejeitaram seu filhote albino  Mães que foram curadas pela música dos bons homens. Niena chora por nós! Mas siga meu conselho, minha querida pombinha Siga o conselho de sua amiga carijó O mundo nunca acaba A vida nunca acaba Mas o sofrimento... ele sim vai...
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Uma noite em dias antigos Era uma visão basal, um lugar iluminado apenas por uma vela a derreter, o calor era alto o suor escorria pelo corpo, tecidos transparentes, um véu ao deleito, frutas em tapeçarias de madeira, cascas de árvore, incensos e mirra. O corpo nu ali perdido, a pele escura, morena, avermelhada, o luar reinava sobre os pensamentos humanos, palavras ditas ao calar da noite, ouvem-se cantos ao longe, bem lá na fronteira, no fim daquele céu. Um gato preto de olhos amarelos surge por entre as cortinas, panos que sobrevoam o quarto, uma visão serena, o animal revela sons e espreguiça, aconchegando-se no tapete bordado. Surge então, diante de meus olhos uma figura robusta, queimado pelo sol, com apenas uma veste em seu torso, ele emanava desejo, luxúria e prazer, as cores surgiam por de trás de seu semblante elevado. Um homem de barba em pé... era uma estátua? Uma arte dos deuses?  Ali estagnada, perdida, sem levantar, deitada em meio aquele mar de especiarias dos reis, ...
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Mensagem à Theo  Em meio a esses devaneios eternos que nunca me canso de ter, caro Theo, agora lhe digo, a coisa tá feia. Os caras que ficam falando as notícias na fina caixa preta me fizeram abrir os olhos, notícias do mundo inteiro... a fé que nunca deixou os homens, ao meu ver hoje está meio contraditória, um rio sagrado no qual os indianos banham suas peles escuras, está morto, cheio de espuma branca, cheio de química... os animais matando sua sede naquela água contaminada, naquela água morta... as pessoas benzendo-se agradecendo ao Deus do Sol, é de cortar a alma.  Aqui no Brasil a famosa piaçava... você tinha que ver, há muito tempo já se cultivavam seus cabelos, os caras desde criança trabalham com seu cultivo, extraindo, tirando o que a natureza dá, para receber muito pouco em troca... é a mão de obra sem salário... então né Theo, o sal tá é bem pouco pros que suam a camisa. Lá no Norte, os que não recebem o sal tem a sua própria válvula de escape, o chamado choque-cho...
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 Poesia Alma luminosa... o beija-flor  Nessas pedaladas, ladas, ledas, quantas ladas!  Vi cenas de agitar o batimento, o sentimento… Cenas e mais cenas, que acabam com a razão. Pouco depois de deliciar-se com as acerolas no pé, Aparece o ser.... melancólico e sereno ser, De barriga para cima, ainda respirava, Seu peito crescia e diminuía, Virei-o com uma folha, Peguei levemente…  Era tão pequeno… tão frágil, Um filhote…de beija-flor, Olhando para cima, procurava o ninho… mas nada. Coração emocionou-se, não devia deixá-lo ali, Com apenas uma mão envolvida, protegia suas penas coloridas. Atravessando a rua, conversei com um figura que ali também estava, Pegando acerolas no pé, Pedi um copo, qualquer coisa… Gentilmente me deu, olhando o rosto que já estava envolto em lágrimas,  Ele ria, dizendo “vai cuidar dele”, Dificilmente foi responder, mas logo as palavras saíram: “Sim, vou sim… Neste ensolarado domingo”. As lágrimas, não paravam, Ele me olhava com olhos cerra...

Boas vindas ☺️

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 Bom dia, boa tarde e boa noite meus queridos e queridas!  Esse é meu novo blog. Aqui vou publicar: - Narrativas autorais - Obras de arte autorais  - Análise de Obras de arte em geral - Análise de jogos, mangás, animes, entre outros temas Arigato 🩵